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Mesmo no período de censura à imprensa por parte do governo militar, Sergio Arouca defendia o acesso de toda a população às informações científicas. Com a abertura política e a redemocratização no país, essa sua postura se intensificou. Na época, ele havia sido nomeado presidente da Fundação Oswaldo Cruz e abriu as portas da instituição para a sociedade. Achava que os cientistas deviam participar da vida social e divulgar para a imprensa suas atividades, muitas vezes financiadas pelos impostos dos próprios cidadãos. Sua relação com os jornalistas sempre foi franca. Gostava de dizer a verdade, ainda que tivesse de denunciar irregularidades, como as praticadas pela "máfia do sangue". Respeitava a atividade jornalística. Com isso, conquistou respeito e admiração de profissionais da imprensa.

O Pasquim 21
Entrevista de Sergio Arouca concedida a Ziraldo, Zélio, Luís Pimentel, Jesus Chediak, Zezé Sack e Tatiana Molina em 27 de agosto de 2002. Fala sobre a trajetória política do médico e das principais lutas como sanitarista.
O PASQUIM 21; 27 ago.2002. ilus.

O eterno guru da Reforma Sanitária
Sergio Arouca fala ao Radis sobre sua luta pela Reforma Sanitária e faz um balanço dos avanços e das pendências do SUS em entrevista concedida em outubro de 2002.
RADIS. Comunicação em Saúde; out.2002. ilus.

Crise na saúde
Entrevista de Sergio Arouca concedida à revista Isto é em 12 de junho de 1996. Fala sobre a transformação do Sistema Único de Saúde em um modelo que se alimenta da exploração do doente por conta do lobby de donos de clínicas com influentes no Congresso Nacional.
ISTO É; 12 de junho de 1996. ilus.

A última entrevista
Sergio Arouca conta sua história em entrevista concedida a Christina Tavares, Wagner de Oliveira e Ricardo Valverde publicada em novembro de 2003.
REVISTA DE MANGUINHOS; nov. 2003. ilus.